A cidade em nós: discursos, objetivações e subjetivações

Vanice Maria Oliveira Sargentini, Kátia Menezes de de Sousa, Antônio Fernandes Junior

Resumo


Movidos por relações entre os dispositivos de segurança, que configuram as sociedades de biopoder, e os corpos dos indivíduos organizados conforme as funções que devem ser asseguradas pelo espaço, é que propomos pensar a população na materialidade discursiva da cidade que, tanto surge como resultado dos saberes que objetivam a multiplicidade de indivíduos, quanto funciona como técnica de subjetivação na construção do sujeito população na atualidade. As análises flagram textos e imagens dispersos nas cidades, focalizando as funções de higiene corporal, circulação de mercadorias e segurança do corpo. Os resultados indicam a presença de processos de objetivação que convivem com formas de resistências, que afetam tanto a sensibilidade corporal dos cidadãos quanto o corpo da população.

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DOI: http://dx.doi.org/10.18542/moara.v1i43.2631

      http://diadorim.ibict.br/handle/1/1356