A alegoria da criação nos ofícios de Minelvino Silva

Edilene Matos

Resumo


Para a realização de um texto envolvendo em sua tessitura dominante a questão do imaginário, cujo o campo de estudo tem se ampliado consideravelmente- da literatura à psicanálise, à filosofia, às ciências humanas e as chamadas exatas, enfim- numa encruzilhada antropológica, vislumbrar-se-á um “olhar semiótico” de ligações não tempestuosas entre as diversas modalidades de linguagem, partindo da incidência de mitos e lendas no imaginário dos poetas  de folhetos, assentado Minelvino Francisco Silva, poeta popular baiano, como figura singular, a nível de narrativa e a nível icônico. 


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DOI: http://dx.doi.org/10.18542/moara.v0i5.2869

      http://diadorim.ibict.br/handle/1/1356