Eficiência do turismo nas unidades federativas do Brasil

Luan de Oliveira Queiroz, Leandro Batista Duarte, Adriano Provezano Gomes

Resumo


A atividade turística tem demonstrado ser importante para o desenvolvimento socioeconômico mundial, gerando emprego e fonte de riqueza. Deste modo, o presente artigo tem o intuito de identificar as Unidades Federativas Eficientes e Ineficientes quanto à atração de receitas turísticas e fluxo de turistas. A pesquisa foi realizada por meio de dados secundários de órgãos oficiais do turismo e de estudos macroeconômicos, como a Secretaria de Turismo da Bahia, o Ministério do Turismo, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e o Banco Central, utilizando como metodologia a abordagem Análise Envoltória de Dados (DEA - Data Envelopment Analysis) que calcula a eficiência relativa e compara as unidades entre si, identificando aquelas de melhor desempenho, uma vez que estas serão parceiras de excelência (benchmarks) para as unidades ineficientes. Nos resultados, observou-se que as unidades federativas que foram tecnicamente eficientes na atração de turistas (Modelo 2) não foram as mesmas quando foram analisadas pela ótica das receitas (Modelo 1), exceto para São Paulo e Espírito Santo, existindo a possibilidade dos estados eficientes no fluxo de turistas aproveitarem este potencial para gerar receitas turísticas a fim de mobilizar dinamicamente sua economia e buscar a eficiência também no cômputo de receitas. 


Palavras-chave


Economia do turismo, Análise Envoltória de Dados, Eficiência, Brasil.

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DOI: http://dx.doi.org/10.5801/ncn.v20i1.3405

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