Construções passivas na Variedade Brasileira da Língua Japonesa: uma análise funcional-tipológica
Resumo
A chegada de imigrantes japoneses e seus descendentes ao Distrito Federal remonta à época da construção da Nova Capital, em 1957. Quase 70 anos após os primeiros imigrantes virem ao Planalto Central, ainda é possível observar o uso da língua japonesa nas comunidades nipo-brasileiras do Distrito Federal. A presente pesquisa visa revisitar as compilações relacionadas às construções passivas na língua japonesa a fim de descrever as passivas na VBLJ. Esta pesquisa utilizou dados de três fontes distintas: os relatos descritivos do vídeo Pear Stories, 'Histórias de Peras', as mensagens textuais trocadas em um aplicativo de celular e os resultados da aplicação do experimento fish film, ‘filme de peixes’. A descrição da língua é feita a partir da análise dos dados por uma perspectiva funcional-tipológica baseada nos trabalhos de Siewierska (2013) e Payne (2006), além de Iwasaki (2013), Kishimoto, Kageyama e Sasaki (2015) e Shibatani (1990) referentes à língua japonesa. Os dados encontrados apontam que o comportamento das construções passivas da Variedade Brasileira da Língua Japonesa é similar à variedade falada daquele país.
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PDFDOI: http://dx.doi.org/10.18542/moara.v71i0.21085












