O projeto da usina hidrelétrica Belo Monte: a autocracia energética como paradigma
Resumo
Apesar do esforço intelectual de vários cientistas que condenaram a megaobra da Hidrelétrica de Belo Monte, e do movimento social de resistência ao projeto, que reuniu as populações atingidas pelo empreendimento (povos indígenas e ribeirinhos), com apoio nacional e internacional, o governo brasileiro deu início às obras de sua construção. Este artigo contextualiza o projeto de Belo Monte como um paradigma para o processo de expansão da hidroeletricidade na região amazônica, refutando as premissas econômicas utilizadas para justificá-lo, analisando de forma crítica seus fundamentos técnicos e apontando as consequências socioambientais para as populações tradicionais da região.
Texto completo:
PDFDOI: http://dx.doi.org/10.5801/ncn.v15i1.10827
Direitos autorais 2012 Célio Bermann

Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.
Instagram: Novos Cadernos NAEA
Indexadores e diretórios
Web of Science (Emerging Sources Citation Index) - Sitema Regionalde Información en línea para Revistas Científicas de América Latina, el Caribe, Espanã y Portugal (Latindex) - Portal Brasileiro de Publicações e Dados Científicos em Acesso Aberto (Oasisbr) -European Reference Index for the Humanities and Social Sciences (ERIH PLUS) - Crossref - Portal de Periódicos da CAPES -Google Scholar - Diretório de Políticas de Acesso Aberto das Revistas Científicas Brasileiras (Diadorim) - Diretório das revistas científicas eletrônicas brasileiras (Miguilim) - Diretory of Open Acces Scholarly Resources (ROAD) -Directory of Open Acess Journals (DOAJ).
Print ISSN: 1516-6481 – Eletrônica ISSN: 2179-7536

Novos Cadernos NAEA