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Protagonismo, Precarização e Regulação como referências para análise das Políticas e Práticas em Educação do Campo

Salomão Antônio Mufarrej Hage, Carlos Renilton Cruz

Resumo

O artigo apresenta uma discussão sobre políticas e práticas em educação do campo,
estabelecendo como campo de estudos o Movimento Paraense por uma Educação do Campo e suas estratégias de organização e mobilização pela construção de um projeto popular de desenvolvimento e de educação. Ele foi construído a partir dos resultados de uma pesquisa que estabeleceu três referências como indicadores para a análise da relação que se estabelece entre os movimentos sociais do campo, o Estado, e as universidades. São eles: o protagonismo das populações do campo para inserir na agenda do poder público a educação nos territórios do campo e definir os marcos legais para essa ação; a precarização da vida, do trabalho e das condições de funcionamento das escolas do campo; e a regulação que se institui na relação das populações e movimentos sociais do campo com o Estado e as universidades por ocasião da oferta dos programas educacionais, que resulta na restrição da autonomia dos sujeitos do campo e da universidade na gestão desses programas educacionais.


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DOI: http://dx.doi.org/10.18542/raf.v11i1.4684

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