O Movimento Indígena no Baixo Tapajós: etnogênese, território, Estado e conflito
Resumo
O movimento indígena reivindicando identidade e território iniciou-se em 1998, na Flona Tapajós, com uma comunidade declarando-se Munduruku. Logo outras comunidades nos rios Tapajós, Arapiúns e Maró se assumiram indígenas e o movimento cresceu, e não apenas em virtude dos direitos dos povos indígenas, respaldados por legislações internacionais e pela Constituição de 1988, em um quadro de insuficiência de serviços públicos para as comunidades caboclas. Concorre também o desejo de pertencer a um povo, a um lugar e a uma luta. A etnogênese que se verifica no Baixo Tapajós está em sintonia com processos de retomada de tradições por grupos étnicos, então considerados aculturados ou extintos, em vários lugares do Brasil e América Latina. No Baixo Tapajós se assenta uma questão políticarelevante, com os indígenas significando um obstáculo aos negócios
Texto completo:
PDFDOI: http://dx.doi.org/10.5801/ncn.v15i2.719
Direitos autorais 2013 Rodrigo Correa Peixoto, Karl Arenz, Kércia Figueiredo

Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.
Instagram: Novos Cadernos NAEA
Indexadores e diretórios
Web of Science (Emerging Sources Citation Index) - Sitema Regionalde Información en línea para Revistas Científicas de América Latina, el Caribe, Espanã y Portugal (Latindex) - Portal Brasileiro de Publicações e Dados Científicos em Acesso Aberto (Oasisbr) -European Reference Index for the Humanities and Social Sciences (ERIH PLUS) - Crossref - Portal de Periódicos da CAPES -Google Scholar - Diretório de Políticas de Acesso Aberto das Revistas Científicas Brasileiras (Diadorim) - Diretório das revistas científicas eletrônicas brasileiras (Miguilim) - Diretory of Open Acces Scholarly Resources (ROAD) -Directory of Open Acess Journals (DOAJ).
Print ISSN: 1516-6481 – Eletrônica ISSN: 2179-7536

Novos Cadernos NAEA