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CLASSES DE EQUIVALÊNCIA E CLASSES FUNCIONAIS VIA PROCEDIMENTO GO/NO-GO COM ESTÍMULOS COMPOSTOS

Luiza Chagas Brandão, Rafael Diego Modenesi, Paula Debert

Resumo

Este estudo pretendeu verificar se classes de equivalência estabelecidas por meio do procedimento go/no-go com estímulos compostos também se constituem em classes funcionais. Participaram do estudo quatro estudantes adultos que foram submetidos a quatro fases. Na primeira fase, estímulos compostos eram apresentados sucessivamente na tela do computador por quatro segundos. Respostas emitidas diante de alguns compostos (A1B1, A2B2, B1C1 e B2C2) eram reforçadas, enquanto respostas emitidas diante de outros (A1B2, A2B1, B1C2 e B2C1) não eram. Outra fase envolveu o treino de respostas diferentes aos estímulos A1 e A2. Nas duas outras fases, foram conduzidos testes de relações condicionais emergentes (BA, CB, AC e CA) para verificar o estabelecimento de classes de equivalência, e testes de discriminação simples com os estímulos A1, A2, B1, B2, C1 e C2 para verificar estabelecimento de classes funcionais. Dos quatro participantes do estudo, os três que apresentaram desempenhos indicativos de formação de classes de equivalência também mostraram formação de classes funcionais. O outro participante não mostrou emergência de classes de equivalência ou classes funcionais. Os resultados encontrados indicam que o treino com o procedimento estudado pode gerar tanto classes de equivalência como classes funcionais.

Palavras-chave: classes de equivalência, classes funcionais, transferência de função, procedimento go/no-go, adultos. 


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DOI: http://dx.doi.org/10.18542/rebac.v10i1.1476