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MODELOS COMPORTAMENTAIS EM NEUROCIÊNCIAS

Maria Teresa Araujo Silva, Luiz Guilherme G. C. Guerra, Cilene Rejane Ramos Alves

Resumo

Este texto apresenta um breve histórico de uma experiência pessoal com modelos comportamentais animais, seguido de uma análise dos fundamentos do uso desses modelos e de uma ilustração de um modelo de esquizofrenia. Considera que o desenvolvimento de modelos experimentais adequados constitui uma condição singular do psicologia para as neurociências, e que seu uso é um instrumento importante para entender a ação de drogas psicoativas, para conhecer as alterações orgânicas de transtornos psiquiátricos e para ampliara dimensão da análise comportamental. Conclui que a pesquisa interdisciplinar sobre comportamento e neurociências poderá mostrar que a atividade neural segue as mesmas leis que controlam outros tipos de comportamento e pode ser integrada à análise do comportamento.

Palavras-chave: modelos comportamentais, modelos animais, neurociências e comportamento, inibição latente, esquizofrenia, antipsicóticos.


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DOI: http://dx.doi.org/10.18542/rebac.v1i2.2168