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TRANSFERÊNCIA DE FUNÇÃO E REORGANIZAÇÃO DE CLASSES DE EQUIVALÊNCIA RELACIONADAS A GÊNERO E PROFISSÕES

Alessandra Pinto Rosendo, Raquel Maria de Melo

Resumo

Foi investigado o efeito de treinos de reversão na reorganização de classes com estímulos abstratos, adjetivos e profissões relacionadas aos gêneros masculino e feminino. Na Etapa 1, os participantes dos grupos Experimental 1 (N=8) e Experimental 2 (N=8) foram expostos a treinos e testes de formação de classes com o procedimento de pareamento ao modelo com atraso. Para o Grupo Experimental 1, na Etapa 2 foram realizados treinos de reversão e testes de reorganização de classes. O Grupo Controle (N=32) não foi exposto a nenhum dos treinos e testes. Os três grupos avaliaram os estímulos dos conjuntos A (profissões) e D (símbolos abstratos) com o Diferencial Semântico. Na Etapa 1, foi verificada a formação de classes de equivalência para os dois grupos experimentais. Na Etapa 2, os participantes do Grupo Experimental 1 atingiram o critério de reorganização de classes (91% de acertos) apenas para as relações de simetria e nos demais testes os escores foram próximos (83%) para seis participantes. Quando comparado com o Grupo Controle, as avaliações no Diferencial Semântico dos estímulos A e D foram parcialmente coerentes com as classes de equivalência (Grupo Experimental 2) e com os treinos de reversão e testes de reorganização de classes (Grupo Experimental 1), com transferência de função para algumas escalas.  Os resultados mostraram a generalidade dos procedimentos para investigar classes de estímulos relacionadas a profissões e gêneros, porém controles metodológicos devem ser aprimorados em relação a verificação da história pré-experimental com os estímulos utilizados e a quantidade de relações revertidas.

Palavras-chave: equivalência de estímulos, reorganização de classes, transferência de função, pareamento ao modelo com atraso, diferencial semântico.


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DOI: http://dx.doi.org/10.18542/rebac.v14i1.7157