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A FORMAÇÃO DE CLASSES DE EQUIVALÊNCIA VIA PAREAMENTO POR IDENTIDADE E DISCRIMINAÇÃO SIMPLES COM CONSEQÜÊNCIAS ESPECÍFICAS PARA AS CLASSES

Romariz S. Barros, Karen M. Lionello-DeNolf, William V. Dube, William J. McIlvane

Resumo

O desempenho de participantes humanos freqüentemente mostra aprendizagem de relações não diretamente ensinadas após o treino de discriminações condicionais entre estímulos fisicamente diferentes. Essas relações emergentes documentam a formação de classes de equivalência. O presente estudo investigou se conseqüências específicas paras as classes (i.e., reforçadores específicos usados para cada classe potencial durante o treino) também integram as classes de equivalência. Vários estudos anteriores sugeriram que as conseqüências específicas podem integrar as classes, entretanto, o treino nesses estudos inclui pareamento arbitrário e pareamento por identidade. No presente estudo, duas crianças autistas foram submetidas apenas a treino de reversões de discriminações simples e pareamento por identidade com conseqüências específicas paras as classes potenciais. Então, testes de pareamento arbitrário foram conduzidos. O desempenho das crianças evidenciou a formação de classes nestes testes, a despeito de elas não terem experiência de treino de pareamento arbitrário. Adicionalmente, um dos participantes mostrou evidência de formação de classes após treino de reversões de discriminação simples somente. Esses resultados tanto demonstram que as conseqüências reforçadoras de fato se tornam parte das classes de equivalência, quanto dão suporte à idéia de que equivalência surge das contingências de reforçamento e não é baseada em habilidades lingüísticas. Palavras-chave: equivalência de estímulos, pareamento ao modelo, discriminação simples, reforçamento específico, efeito de conseqüência específica, retardo mental


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DOI: http://dx.doi.org/10.18542/rebac.v2i1.804