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EMERGÊNCIA DE RELAÇÕES ORDINAIS SOB CONTROLE CONTEXTUAL EM SURDOS

Ruth Daisy Capistrano de Souza, Priscila Giselli Silva Magalhães, Grauben Assis, Paulo Roney Kilpp Goulart

Resumo

O presente estudo visou a ampliar a investigação de procedimentos computadorizados de ensino com controle contextual sobre relações ordinais. Participaram cinco crianças surdas com história experimental em discriminações simples e condicional. A tela do computador era dividida em “área de escolha” (parte inferior), na qual os estímulos eram apresentados de forma aleatória, e “área de construção” (parte superior), para a qual os estímulos se deslocavam. Dois estímulos eram apresentados simultaneamente, e os participantes deviam selecioná-los sequencialmente (p. ex., A1?A2, na presença do círculo e da cor “verde”; ou A2?A1, na presença do triângulo e da cor “vermelha”). O delineamento experimental envolveu as seguintes fases: pré-testes, treinos, sondas, testes de transitividade, revisões de linha de base e testes de substitutibilidade. O critério de acerto era de três tentativas corretas consecutivas. Todos os participantes alcançaram o critério de acerto e responderam aos testes de transitividade e conectividade. Os resultados mostram evidências de controle contextual sobre as relações emergentes, sugerindo que o estabelecimento de controle discriminativo simples e condicional foi fundamental para a emergência de classes ordinais sob controle contextual. Palavras-chave: controle de estímulos, estímulo contextual, relações ordinais, crianças surdas.


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DOI: http://dx.doi.org/10.18542/rebac.v6i1.993