Humor e preconceito linguístico no ciberespaço: uma análise Sociolinguística/Humor and linguistic prejudice in cyberspace: a Sociolinguistic analysis
Resumo
O objetivo deste artigo consiste em análises que circulam na rede social Facebook que revelam alguma modalidade de preconceito linguístico. Neste sentido, o aporte teórico sociolinguístico utilizado baseia-se em Labov (2008), Bagno (2007; 2015) e Bortoni-Ricardo (2017), em relação ao ambiente virtual Lévy (1996; 2010), Aparici (2012), Martino (2015) e Barton e Lee (2015), além de Rojo e Moura (2012) no tratamento dos gêneros. A amostra sob análise foi coletada de postagens oriundas da rede social Facebook. Os resultados obtidos revelam o preconceito linguístico, principalmente quando os usuários ferem as construções gramaticais cristalizadas pela norma culta.
O objetivo deste artigo é analisar publicações que circulam na rede social Facebook e que revelam alguma forma de preconceito linguístico. Nesse sentido, o embasamento teórico sociolinguístico utilizado baseia-se em Labov (2008), Bagno (2007; 2015) e Bortoni-Ricardo (2017), e, em relação ao ambiente virtual, em Lévy (1996; 2010), Aparici (2012), Martino (2015) e Barton e Lee (2015), além de Rojo e Moura (2012) no tratamento dos gêneros textuais. A amostra analisada foi coletada a partir de publicações da rede social Facebook. Os resultados obtidos revelam o preconceito linguístico em relação às construções gramaticais, cristalizado pela norma gramatical.
Palavras-chave
Sociolinguística; Preconceito linguístico; Ciberespaço.
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PDFReferências
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DOI: http://dx.doi.org/10.18542/apalavrada.v0i21.16932
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