Experimentação como eixo integrador no ensino: Reflexões sobre a construção do conhecimento químico na sala de aula
Resumo
A experimentação, no ensino de Química, configura-se como um eixo integrador entre teoria e prática, possibilitando uma aprendizagem significativa e contextualizada. Mais do que um recurso didático, constitui uma vivência formativa que desperta a curiosidade, o pensamento crítico e o encantamento pela ciência. Quando planejada com intencionalidade pedagógica, promove a autonomia intelectual, o diálogo e a reflexão ética, articulando saberes científicos, sociais e ambientais. Este artigo detalha o papel do professor como mediador, a valorização do erro como oportunidade de aprendizagem, a importância da segurança e a sustentabilidade como dimensões indissociáveis da prática experimental. Assim, a experimentação se consolida como caminho para uma educação científica crítica, humanizadora e comprometida com a formação integral do estudante.
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PDFDOI: http://dx.doi.org/10.18542/rve.v0i2.18611
Revista Ver a Educação — Instituto de Ciências da Educação (ICED/UFPA), Belém, Pará, Brasil
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