AI WEIWEI: RESISTÊNCIA DAS ARTE E O MATERIAL CULTURAL
Resumo
O ensaio fotográfico que apresento a seguir foi realizado em 2021 na exposição “Rapture”, do ativista e artista plástico chinês Ai Weiwei, realizada na Cordoaria Nacional, em Lisboa. Vivendo em Portugal essa foi a primeira e maior exposição do artista com 85 peças produzidas em vários formatos, materiais e tamanhos, passando pelo cortiça, palha, papel, mármore, barro, pano, metal, cerâmica e azulejo. Sua versatilidade, faz com que tudo vire arte e ativismo, pois os direitos humanos é uma constante na sua obra, a qual busca revelar uma maneira particular de questionar o mundo. Seja diante das tragédias, da guerra, da perseguição política, da crise ambiental, da censura, da pandemia, da crise de refugiados ou sua própria luta pela liberdade, quando o governo chinês o manteve preso por 81 dias em 2011, por conta de suas intensas críticas principalmente ao desrespeito aos direitos humanos. Reflito sobre os materiais usados por Weiwei como parte de sua cultura e como esse mesmo processo pode ser pensado pela arte amazônica.
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PDFReferências
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília: Senado Federal, Centro Gráfico d 1988.
FOUCAULT, M. A hermenêutica do sujeito. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2010.
WEIWEI, Ai. Rapture. Exposição. Cordoaria Nacional: Lisboa, 2021.
DOI: http://dx.doi.org/10.18542/rmi.v16i27.13625
Direitos autorais 2022 Ai WEIWEI (China), Augusto SARMENTO-PANTOJA (UFPA)

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Universidade Federal do Pará - Campus de Abaetetuba - EditorAbaete
Programa de Pós-Graduação em Cidades, Territórios e Identidades (PPGCITI)
ISSN: 1806-0560 e-ISSN: 1982-5374
DOI: https://dx.doi.org/10.18542




























