Identidade, território e conservação: experiências empíricas de pesquisa em quilombos do Vale do Ribeira (São Paulo - Brasil)
Abstract
Este artigo parte de uma experiência etnográfica com comunidades quilombolas do Vale do Ribeira (SP) para refletir sobre os entrelaçamentos entre identidade, território e práticas de conservação. Através da análise de registros em caderno de campo, entrevistas e observação participante, discute-se como os saberes locais moldam formas singulares de relação com a paisagem, confrontando lógicas extrativistas e conservacionistas. São resultados a identidade como ferramenta política; a representação feminina nas práticas tradicionais e articulações entre conservação e população local, a partir de manejo horizontal. Ao enfatizar a bioculturalidade, a autonomia territorial e a agência política das lideranças quilombolas, argumenta-se que a etnobiologia pode e deve articular na denúncia da imposição do modelo civilizatório que instrumentaliza territórios e ignora formas plurais de vida. Assim, propõe-se uma ciência comprometida com a transformação da realidade e epistemologias contra-hegemônicas.
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DOI: https://dx.doi.org/10.18542

























