DIVERGÊNCIAS E CONVERGÊNCIAS ENTRE O FEMINISMO DECOLONIAL DE MARÍA LUGONES, A HISTORIOGRAFIA FEMINISTA E O FEMINISMO PÓS-ESTRUTURALISTA
Resumo
nossa intenção é proceder a análise comparativa introdutória de três relevantes abordagens feministas que dividem a cena dos estudos de gênero. Apesar dos riscos, a decisão metodológica foi pela pesquisa teórica (Salvador, 1986; Apple, 1994), cientes de que esta é politicamente informada, na medida em que as teorias revelam interesses de classe, de gênero, de sexualidade, de nação, de raça/etnia, de geração, e são vinculadas a prática social. Para proceder ao estudo, destacamos três aspectos a saber: os pressupostos, a noção de gênero e o compromisso político. Os resultados aos quais chegamos informam sobre a existência de divergências e de convergências entre estas abordagens feministas, confirmando a divergência inconciliável entre historiografia feminista e feminismo pós-estruturalista, convergência incoerente entre feminismo pós-estruturalista e feminismo decolonial, e convergência entre historiografia feminista e feminismo decolonial.
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PDFReferências
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DOI: http://dx.doi.org/10.18542/rmi.v16i26.11154
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Programa de Pós-Graduação em Cidades, Territórios e Identidades (PPGCITI)
ISSN: 1806-0560 e-ISSN: 1982-5374
DOI: https://dx.doi.org/10.18542




























