POPULAÇÕES TRADICIONAIS, AÇÃO COMUNITÁRIA, CAPITAL SOCIAL E EDUCAÇÃO: UM DEBATE NECESSÁRIO À EFETIVAÇÃO DE RESERVAS EXTRATIVISTAS NA AMAZÔNIA
Resumo
Uma população tradicional é aquela que apresenta, pelo menos em
parte, uma história de baixo impacto ambiental e que tem no presente interesse em manter ou em recuperar o controle sobre o território em que vive. O objetivo deste artigo é tecer reflexões acerca dessas populações, buscando expor suas mais prementes dificuldades, como a dificuldade em agir em comunidade e o problema do baixo capital social no contexto das reservas extrativistas (RESEX) amazônicas. Neste contexto, coloca-se o paradigma da educação do campo como uma proposta alternativa ao que se vem realizando hegemonicamente nas escolas locais, e em particular o caso da RESEX Ipaú-Anilzinho, no município de Baião, estado do Pará. Do ponto de vista metodológico, o trabalho configura-se como o resultado de
uma pesquisa bibliográfica, realizada em bibliotecas físicas, virtuais e em acervo pessoal. O que segue são aprofundamentos acerca da temática indicada a partir da literatura examinada.
Palavras-chave: População tradicional. Agir em comunidade. Capital social.
Educação do campo.
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PDFDOI: http://dx.doi.org/10.18542/rmi.v8i10.2701
Direitos autorais 2016 Revista Margens
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Universidade Federal do Pará - Campus de Abaetetuba - EditorAbaete
Programa de Pós-Graduação em Cidades, Territórios e Identidades (PPGCITI)
ISSN: 1806-0560 e-ISSN: 1982-5374
DOI: https://dx.doi.org/10.18542




























