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MEMÓRIA DE LEITURA DE EDUCADORAS E EDUCADORES DO CAMPO

Nilsa Brito Ribeiro

Resumo

Assuminos, nesta reflexão, uma concepção de linguagem assentada no príncipio do dialogismo e da alteridade, conforme postura Bakhtin (1988), compreendendo que a linguagem não se origina nem no sujeito nem na sistematicidade da línguagem, mas na interação orientada pela história e pela ideologia. Desta concepção, resulta a compreensão de que a leitura também não corresponde a uma prática solitária e individual, pois é produzida no entrecruzamento de discursos em circulação e em relação à posição que o sujeito leitor ocupa na esfera social. Centrando suas bases nesta concepção de linguagem, este trabalho objetiva analisar sentidos de leitura que educadores e educadoras do campo constroem sobre o seu próprio percurso formativo, considerando o ato de rememorar experiências como espaço possível de (re)criação e construção de novos saberes.

 

Palavras-chave: Linguagem. Discurso. Leitura.


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DOI: http://dx.doi.org/10.18542/rmi.v5i6.2838

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